quinta-feira, 26 de julho de 2018
terça-feira, 24 de julho de 2018
quinta-feira, 19 de julho de 2018
Norma de Instrução para o DIA DO JOVEM TRADICIONALISTA 2018
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O Departamento Jovem através desta data, não busca apenas a comemoração, mas sim, a valorização dos jovens de todas as gerações. Desta forma, relembrando e ressaltando a coragem, a ousadia e a pujança juvenil, não esquecemos aqueles jovens que realizaram a grande façanha do dia 05 de setembro de 1947. E nem esquecemos aqueles jovens líderes tradicionalistas que ajudaram na formação, manutenção e conservação deste Movimento.
7º Pago em Dança de Candiota
No mês que vem ocorrerá mais uma edição do Pago em Dança, do C.T.G. Candeeiro do Pago, da cidade de Candiota, 18ª Região Tradicionalista. Poderão inscrever-se invernadas artísticas nas categorias pré-mirim, mirim, juvenil, adulta e veterana, pelo email pagoemdanca@gmail.com, até o dia 16/08/18.
Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (53) 9 9968 1947 - Adriana.
quarta-feira, 18 de julho de 2018
Coluna da Semana
Buenas,
leitores!
O blog é novo... e tentarei trazer
novidades semanalmente. Na Coluna da Semana, o primeiro convidado foi
Rogério Bastos, um amigo de longa data, atuante no Movimento Tradicionalista, jornalista,
formado em História, Produtor, profissional da área de Marketing, organizou
algumas obras do Movimento tradicionalista e, principalmente, um agente
cultural. A apresentação seria dispensável, já que todos conhecem o trabalho
que o Rogério realiza, em diversas regiões e, ainda, fora do Rio Grande do Sul
e do país.
No texto de hoje, Rogério traz uma
reflexão sobre a fluidez do tradicionalismo e sua visão atual, de acordo com suas
experiências.
Zigmund Balmann, antes de morrer, deixou em seus escritos que vivemos na era da incerteza e que, este mundo sem forma nos levou para uma sociedade líquida. Gosto muito de ler os escritos da jovem violinista e etnomusicóloga, Clarissa Ferreira, que trata o gauchismo como líquido em seu blog, onde ela faz referencias aos estudos de Bauman, dizendo que nada mais é solido, nada mais é feito para durar. O tradicionalismo gaúcho vem tentando se organizar desde 1947, quando o Paixão e o grupo dos oito deram a arrancada inicial e depois conclamaram a genialidade de Barbosa Lessa e a experiência de Manoelito de Ornellas e Glaucus Saraiva. De lá pra cá muita coisa aconteceu. O mundo mudou varias vezes.
Lembro quando escrevi no Almanaque dos Gaúchos, da Martins Livreiro, obra de Lessa, que o tradicionalismo preparava-se para entrar na era da globalização dos anos 90 podendo sofrer revezes. E que um novo tradicionalismo se aproximava e preparava-se para se estruturar (neoliberalismo em alta) e o mestre, vendo ali o que ele havia previsto nos anos 80, publicou. Algo novo vem ai (ele se referia a um novo “ismo”). Muitas coisas estão acontecendo e, as redes sociais deram voz a quem não tinha. Hoje todo mundo tem opinião, expressa, xinga, elogia, julga, condena, executa, filosofa. Uns dizem que sabem sobre o “verdadeiro”. Mas, o que é verdade? O que é verdadeiro? Ter a plena convicção de que se tem posse da verdade, não seria soberba?
Onde está a humildade necessária para se saber, que nada sabemos? Que a vida é um eterno aprendizado? Com o novo tema dos festejos Farroupilhas de 2018, o tropeirismo, descobri que nada sabia. Que tinha de ler muito e ir para a pratica. Nós entramos em uma nova era. Temos que evoluir? Sempre. Abandonar nossos princípios? Jamais. Nós estamos em meio a um turbilhão de informações diárias, ‘hay que endurecerse, pêro sin perder Ia ternura jamás’. Lembro quando escrevi no Almanaque dos Gaúchos, da Martins Livreiro, obra de Lessa, que o tradicionalismo preparava-se para entrar na era da globalização dos anos 90 podendo sofrer revezes. E que um novo tradicionalismo se aproximava e preparava-se para se estruturar (neoliberalismo em alta) e o mestre, vendo ali o que ele havia previsto nos anos 80, publicou. Algo novo vem ai (ele se referia a um novo “ismo”). Muitas coisas estão acontecendo e, as redes sociais deram voz a quem não tinha. Hoje todo mundo tem opinião, expressa, xinga, elogia, julga, condena, executa, filosofa. Uns dizem que sabem sobre o “verdadeiro”. Mas, o que é verdade? O que é verdadeiro? Ter a plena convicção de que se tem posse da verdade, não seria soberba?
Hoje, nossos CTGs estão repletos de dançarinos ou laçadores. A preocupação com o ‘todo’ (demais departamentos, como o cultural, esportivo, social e jovem) é deixada de lado. Neste mundo liquido, de incertezas, o melhor caminho é estar aberto ao aprendizado. Adaptarmo-nos as mudanças propostas pelo mundo se faz necessário. Mas sem jamais perder a nossa essência. Como diz o velho ditado, que para ficarmos de bem com nossos netos, não precisamos brigar com nossos avós.
Rogério Bastos.
Espero que tenham gostado! O
trabalho do Rogério pode ser acompanhado pelo blog Rogério Bastos - Notícias do Tradicionalismo Gaúcho.
terça-feira, 17 de julho de 2018
Tradição com amor!
A gestão de prendas e peões da
18ª Região Tradicionalista está realizando campanhas solidárias de arrecadação,
em benefício das Instituições necessitadas, em suas respectivas cidades. No momento,
Bagé e Dom Pedrito já aderiram a Campanha e nos próximos dias será expandida
aos municípios de São Gabriel e Santana do Livramento.
Conversei com a Primeira
Prenda da 18ª Região Tradicionalista – Laura Berdet Arboitte, que falou a
respeito dos objetivos da Campanha, de como o Movimento Tradicionalista vem
trabalhando com ações voluntárias e de como os jovens podem contribuir.
Na Carta de Princípios do
Movimento Tradicionalista, já em seu primeiro item, o autor (Glaucus Saraiva)
afirma que devemos auxiliar o estado na resolução de seus problemas
fundamentais e na conquista do bem coletivo. A partir da cláusula pétrea do
Movimento é possível esclarecer e deixar mais explícito os principais
objetivos.
“Sabemos que dentro das
entidades tradicionalistas, todos os dias, os valores que embasaram a criação do
Movimento Tradicionalista Gaúcho são colocados em prática, porque além de
preservar a cultura rio-grandense, os tradicionalistas buscam um meio saudável
para a coletividade, preocupando-se com o respeito entre as gerações,
preservando a simplicidade, humildade, amizade, dentre tantos outros valores.
O jovem é reconhecido como
uma ferramenta propulsora do movimento e que, principalmente, as prendas e peões
ocupam uma posição muito importante de responsabilidade e representatividade,
nota-se que a preocupação com a sociedade deve ser maior ainda, pois muitos
destes são reconhecidos pelo trabalho que realizam e também sendo inspiração
para muitas crianças e jovens! A causa tradicionalista deve ser reconhecida!”
enfatizou Laura.
É sempre importante lembrar,
que o MTG não trabalha somente com a preservação dos nossos hábitos folclóricos,
mas atua também, na formação social dos tradicionalistas, bem como a comunidade
atingida.
Aos colaboradores de Bagé e Dom Pedrito, seguem os pontos de arrecadação.
domingo, 15 de julho de 2018
Escolinha de Tradicionalismo do CCN Sentinela do Rio Grande
O
Departamento Artístico e Cultural do CCN Sentinela do Rio Grande preparou um
espaço especial para crianças de 5 a 10 anos, com atividades voltadas ao
tradicionalismo, folclore, tradição, usos e costumes do Rio Grande do Sul.
A 1ª
Escolinha de Tradicionalismo tem o objetivo de transmitir nossos hábitos
culturais, através de danças, brincadeiras e brinquedos folclóricos, oficinas
de chimarrão, campeiras, entre outras atividades dinâmicas e lúdicas, como
forma de manter esse elo, desde a infância. Atendendo ao que Barbosa Lessa, já
propunha na Tese O Sentido e o Valor do Tradicionalismo, de 1954, onde o autor
aponta a atenção às novas gerações, como forma de combater a desintegração
social, decorrente do desaparecimento dos grupos locais e pelo enfraquecimento
dos núcleos culturais.
As atividades
dinâmicas serão assessorados pela equipe cultural da entidade, acontecerão a
partir do dia 19 de julho, às quintas-feiras das 18:30hs as 19:30hs, na sede do
CCN Sentinela do Rio Grande, no Parque São Pedro, em Rio Grande.
As inscrições
são gratuitas, porém limitadas, em função do espaço físico.
Mais informações: Rose (53) 9 9967 9655
sábado, 14 de julho de 2018
Resgatando a diversão da piazada
Ainda sobre as obras
que surgiram de pesquisas de campo para as Cirandas e Entreveros, hoje trago
mais uma edição da Bastos Produções, um trabalho pensado com muito carinho,
criativo e de extrema importância, para que as novas gerações tenham
conhecimento das brincadeiras folclóricas, que fizeram parte da infância de
nossos pais e avós.
Nessa edição, podem
ser observadas algumas peculiaridades que variam de uma região para outra, as
diferenças em relação à economia local e as condições sociais, mas que não
foram fatores para diminuir a ludicidade e a vivacidade das crianças.
Além do livro ser uma forma de eternizar esse resgate, essas pesquisas foram uma maneira de fazer com que estes piás, e seus respectivos auxiliares, tivessem contato com diversas famílias, relembrando memórias da infância das pessoas e oportunizando ainda, a transmissão de conhecimento.
A autoria é do Saullo, do Gustavo e do Rafael, ambos Piás do Rio Grande do Sul, na gestão anterior.
Saullo Guilherme
dos Santos Dutra é natural de Pinheiro Machado, representa o Centro
Cacimbinhense de Tradições Gaúchas Lila Alves e foi Piá do Rio Grande do Sul, na gestão 2017/2018.
Gustavo de Souza
Moreira é natural de Porto Alegre, representa o Centro de Tradições Gaúchas
Mata Nativa e foi 2º Piá do Rio Grande do Sul, na gestão 2017/2018.
Rafael Pereira da
Costa é natural de Alegrete, representa o Departamento de Tradições Gaúchas
Juventude e foi 3º Piá do Rio Grande do Sul, na gestão 2017/2018.
Em tempos de
globalização e alto poder da tecnologia, é impossível não valorizar um trabalho
como esse. Uma forma de resgate do patrimônio cultural, folclórico e lúdico,
essencial para as nossas crianças, nos dias atuais.
Os exemplares podem
ser adquiridos com os próprios Piás e suas respectivas famílias. Não deixem de
conferir!
Julia (mãe do Saullo) - (53) 9 9961 55 88
Silvane (mãe do Gustavo) - (51) 9 9981 6610
Marzi (mãe do Rafael) - (55) 9 9926 1018
quinta-feira, 12 de julho de 2018
Um causo puxa outro
Causos Gauchescos por Severino Rudes Moreira
Na próxima sexta-feira (13) ocorrerá o lançamento da obra UM CAUSO PUXA OUTRO, de Severino Rudes Moreira. O evento contará com um recital de poesias feito pelos poetas do Movimento de Escritores Bageenses (MEB) e Causos Pitorescos, contados pelo autor. O lançamento será na LEB Livraria e Editora Bageense, às 18:00h. O evento também contará com degustação de vinhos e música acústica, com Tiago Cesarino.
Segue, acima, algumas obras do autor. Todos os exemplares podem ser adquiridos diretamente com o Sr. Rudes.
sexta-feira, 6 de julho de 2018
A história do Entrevero na 6ª Região Tradicionalista
Hoje trago mais uma
obra, oriunda das pesquisas realizadas para os concursos culturais do Movimento
Tradicionalista Gaúcho, enaltecendo a cultural local, sendo uma ferramenta de
redescobertas e uma maneira de eternizar alguns usos e costumes do Rio Grande
do Sul, em forma de livro.
A história do Entrevero na 6ª R.T., também foi produzida pela Bastos Produções e conta um
pouco do trabalho que vem sendo feito na região. O livro foi resultado
das pesquisas realizadas por Mateus Louzada e Jorge Luis Lima da Silveira Jr, a
partir da dificuldade em encontrar documentação e fatos históricos dentro da Região.
Mateus Dias Louzada é
natural de Rio Grande, iniciou no tradicionalismo no C.C.N Sentinela do Rio
Grande, filho de Roselaine e Alberto, atualmente é o Peão Farroupilha do Rio
Grande do Sul.
Mateus foi Guri e Peão
Farroupilha do C.C.N. Sentinela do Rio Grande e da 6ª R.T., respectivamente.
Pretende se especializar na área de música e continuar trabalhando em prol do
Movimento Tradicionalista Gaúcho.
“Não temos documentação guardada de todas as coordenadorias, então para ajudar as futuras gerações de peões, guris e piás, criamos o livro através da nossa pesquisa de campo do 30º Entrevero de Peões”, enfatiza Matheus.
Também participou
desse trabalho, Jorge da Silveira Jr., que assim como Mateus, iniciou muito
cedo sua trajetória tradicionalista. Anteriormente integrou o D.T.G. Estância
de São Pedro, onde foi Guri Farroupilha, aos 14 anos. Por problemas
estruturais, Jorge passa a fazer parte do Centro Cultural Nativista Sentinela
do Rio Grande, conquistando o título de Guri Farroupilha, novamente,
participando das fases, Regional e Estadual respectivamente.
“Graças ao concurso,
eu e meu grande amigo Mateus tivemos a ideia de fazer este livro para perpetuar
toda a história dos Peões, Guris e Piás que representaram tão bem nossa 6ª
Região Tradicionalista” destacou Jorge.
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Foto: Maribel Mendonça |
Os exemplares podem ser adquiridos com os próprios autores, no valor de R$ 10,00.
quarta-feira, 4 de julho de 2018
“O Trem da 21ª RT: Conhecendo os vagões da nossa história”
Recentemente ocorreu o lançamento da obra de cunho cultural,
pensada e organizada por uma jovem tradicionalista, participante dos
concursos culturais realizados pelo Movimento Tradicionalista Gaúcho. Tanto a Ciranda Cultural de Prendas quanto o Entrevero Cultural de
Peões, exige que os participantes realizem pesquisas bibliográficas e de campo,
com um tema estabelecido previamente, como forma de resgate dos nossos usos e
costumes.
Decorrente dessas pesquisas foram produzidas algumas obras, pela editora Bastos Produções, das quais publicarei algumas, aqui no blog, nos próximos dias.
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"Do passado vivido e ainda presente na memória" |
Paola Zanetti Ribeiro iniciou sua trajetória tradicionalista aos seis anos,
participando da invernada artística do CTG Fogo de Chão, na cidade de Pedro
Osório. Aos quinze anos, começou a realizar um trabalho
voluntário, frente à invernada do CTG Jayme Caetano Braun, do Colégio Estadual
Getúlio Vargas, da mesma cidade, como coreógrafa e ensaiadora.
Tornou-se 1ª Prenda do CTG Fogo de Chão
2016/2017, em seguida, 1ª Prenda da 21ª RT 2017/2018, título que o CTG Fogo
de Chão não recebia há aproximadamente 40 anos e que trouxe à entidade um novo
ânimo para recomeçar o Departamento Cultural. Paola ainda foi homenageada através do Mérito
Tradicionalista e Moção de Reconhecimento concedidos pela Câmara dos Vereadores
do Município de Pedro Osório, nos anos de 2015 e 2017, respectivamente.
A partir da proposta da 48ª Ciranda Cultural
de Prendas para a Mostra Folclórica, fase regional, Paola começou uma busca por
informações a respeito do tema: “O uso das vestimentas em diferentes momentos”,
e após conversas com pessoas da família e entrevistas com pessoas da
comunidade, decidiu focar sua pesquisa na década de 50.
Ao conversar com
pessoas da época, que viveram o apogeu do trem em Pedro Osório, encontrou histórias
permeadas pela nostalgia dos trens que passavam pelo pequeno vilarejo às
margens do rio Piratini, trens estes que iam e vinham trazendo, deixando e
levando histórias. Ao entrevistar estas pessoas, a autora
destaca que a emoção se entrelaçava às narrativas, em cada caixinha ou álbum de
fotografias abertos, relatos de vida iam sendo recordados e narrados. Saudades dos que se foram, da juventude, da
infância, das festas, dos risos, dos tempos que passaram. Das idas até a
estação ferroviária ao fim das tardes de domingo, onde havia encontros e
reencontros. Do passado vivido e ainda presente na memória e que, naquele
momento voltava aos olhos e ao mais puro sentimento de saudade!
“Participar desta experiência me fez
perceber o quanto é necessário e urgente que resgatemos constantemente a
história. Seja ela de uma pessoa, de uma comunidade e seus costumes, de um trem
que passava, de um lugar, de uma entidade. Que é preciso recuperar a história e
valorizar aqueles que fizeram parte dela.”,
destaca a autora.
Nesse ano, Paola lançou o livro “O Trem da
21ªRT: Conhecendo os vagões da nossa história”, contando um pouquinho da
história da 21ª Região Tradicionalista. De
acordo com a autora, o livro foi idealizado e escrito em
parte por ela, mas seus principais autores foram aqueles que, com o passar dos
anos, escreveram capítulos de sonho e superação dentro das entidades da 21ªRT.
Atualmente, com apenas 21 anos, Paola é Diretora
Cultural do CTG Fogo de Chão, acadêmica de Direito, pela Universidade Federal
de Pelotas e é Estagiária de Direito na Prefeitura Municipal de Cerrito.
Os exemplares podem ser adquiridos com a própria autora, no valor de R$15,00, pelo telefone (53) 981418455. Vale a pena conferir!
Os exemplares podem ser adquiridos com a própria autora, no valor de R$15,00, pelo telefone (53) 981418455. Vale a pena conferir!
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